é estranho como pode ele participar numa bienal sobre arte fazendo tortura. Arte? concordo contigo, também não acho. Mas estranho...para entrar numa bienal, é porque alguém considerou arte, então quer dizer que podemos todos andar à porrada aqui, e um 'artista' achar que é arte, IMBECIS, falar arte como tortura , no sentido freudiano, e analisar a 'psique' de cada um.
Quanto a causa dos estudantes, eu concordo, como estudantes podem protestar sobre arte, se nem eles são artistas, como pessoas que contributo algum dão ao desenvolvimento da arte falar com 'expressionismo' sobre arte, uma coisa que não lhes pertence.
Enfim, é um mundo que muito sinceramente por mais que queiramos fazer parte, a arte é de outros tempos, o artista contemporâneo, já não é artista, porque está tanto na moda querer ser artista, que eu não quero pertencer a este leque infinito de artistas. Perfil... nem sei se tenho, continuando a ser repetitiva, prefiro escrever sobre estes pretextos para se organizarem protestos aqui no meu blog, ou noutro sítio qualquer.
Prefiro continuar a tirar umas fotos giras outras nem tanto, outras até como disse o 'anónimo' ordinárias... mas para que se saiba já, gostava tanto de poder ver o que este 'anónimo' fez... melhor ou pior, indiferente! A verdade é que para se tirar umas fotos giras tem que se usar photoshops e coisas do género. Já andei por milhentos sites, vi fotografias muito giras, outras nem tanto, mas as vistas, são coisas muito iguais uns dos outros, até as que tiro. Enfim... é medonho e piolhento sempre se estar a falar de arte, quando aquilo que é arte para mim, é a que está no louvre ou qualquer outro sitio como hermitage e outros.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
à querida Zoe
Publicada por LoveTea à(s) 07:21 1 comentários
quinta-feira, 5 de junho de 2008
pretexto de protesto em pro texto
Recebi um email sobre um protesto de jovens não licenciados da universidade de artes na Rússia, sobre a banalidade e criações mundanas que é vista como arte.
Bem, foi uma manifestação, no meu ponto de vista, justificável. Mas os argumentos que estes jovens usaram é que deixaram um pouco a desejar, pondo o fim da manifestação: BEM FEITOS!
Concordando em parte com os jovens e em parte com a entidade que trata das artes russas, os pretextos que levou mais de 200 alunos a organizarem o protesto era:
''Muitas pessoas vulgares dizem ser artistas, quando realmente não são. Artes existentes, pseudos e um conjunto de falsidades que os leva a criar algo que realmente não são.''
3Ok. Bem visto.
Mas o que a entidade disse :
'' Quem são vocês, senão alunos. Como podem dizer que isto é arte, e isso não é? Acham-se os verdadeiros artistas? Se metade de vocês jamais poderia criar o que chamam arte, sem que sigam um padrão artístico já existente? Os verdadeiros artistas criaram arte sem que sigam padrões artísticos, e hoje nós é que ditamos que vertente eles pertenciam''
Não tenho por onde concordar se os dois lados estão certos. Também não posso dizer que sou artista e que o outro não. Nem sei sequer a definição correcta para arte...aliás, penso que não existe uma definição padrão.
Para mim seria muito mais construtivo um protesto sobre conservar os patrimónios artístico-culturais, já que hoje em dia monumentos históricos são comprados com o fim de se montarem bancos ou outra coisa qualquer, do que estes imbecis revoltados que se intitulam artistas, no fundo não são, ou o são realmente, mas só os chamo imbecis porque não passam de imbecis armados em Leonardo di Ser Piero Da Vinci ou Paul Mccartney ou Davi ou Miguel Angelo... enfim... como estes, jamais haverão... Pena... Gostava de ser artista.
Mas limito-me a escrever sobre os pretextos de protestos em pro textos.
Publicada por LoveTea à(s) 17:40 1 comentários
Ligações Perigosas
Talvez essa coisa de ''o subconsciente tomar decisões directa/indirectamente'' seja tudo verdade.
Nunca acreditei que os sonhos pudessem reflectir aquilo que vivemos, pensamos ou muitas vezes desejamos... para mim, tudo não passa de media.
Mas não sei como uma ligação pudesse fazer vibrar o meu corpo de uma maneira brusca.
É incrível as sensações de poder que a tua voz exerce sobre mim.
Apesar de ter sido uma conversa longínqua, uma conversa aparentemente normal, não deixaste de despertar sentimentos que talvez desconhecesse com relação a ti.
Apesar de tudo, imaginava-te como estarias a falar comigo, com um sorriso, ou com um ar aborrecido. Não sei se nos falamos por falar ou se falamos porque queríamos falar. Com certeza que eu queria falar.
Ainda bem que a conversa não se prolongou, talvez com isso, poderia ainda ter mudado de opinião. Uma opinião que há muito desejava não tê-la.
Adorei o final... normalmente acaba no ENA. É bom... assim nunca nos esquecemos que os nossos encontros, as nossas conversas sempre acabarão em ENA, para que nunca confundamos o quão perigosas são essas ligações, esses encontros, e a NOSSA RELAÇÃO (grau).
Publicada por LoveTea à(s) 02:02 0 comentários
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